
Entre os suspeitos estão três empresários e o chefe de um serviço de Finanças da região centro, que usaram estratégias elaboradas para ludibriar o Estado português e receber dinheiro ilegalmente de imigrantes à procura de regularizar a sua situação. Foram apreendidos documentos, material informático, três armas de fogo e 50 mil euros em notas.
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