
Na segunda-feira, o Correio da Manhã noticiou que a seguradora da Carris tinha contestado o pedido de indemnização relativo a uma das vítimas mortais do acidente, afirmando que este meio de transporte “não era altamente confiável”. Na contestação entregue em tribunal, argumentou que “um desastre como aquele não poderia, à data em que ocorreu, ser considerado algo totalmente imprevisível, assim como o elevador da Glória não poderia ser visto como um meio de transporte altamente confiável”.
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