A antiga diretora do DCIAP confessa em entrevista exclusiva à Renascença que não se sente esclarecida com as explicações do ministro da Administração Interna, nomeadamente sobre o episódio do atrelado: “Não, de maneira nenhuma. Há regras para cumprir relativamente à recolha e à manutenção da prova tal como ela está. A Procuradoria deu ordem para a destruição. Não sei se foi comunicado que não o tinha feito, ou não. Acho isso muito grave”.
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